POLÍCIA MILITAR E POLÍCIA CIVIL APREENDEM 100 KILOS DE COCAINA EM JARU

JARU – Policiais Militares lotados na 1ª Companhia Independente de Policiamento Ostensivo, em conjunto com Policiais Civis da Delegacia de Polícia Civil do município de Jaru, apreenderam na manhã desta terça-feira, 24, na Linha 608, nas proximidades do kilometros 20, Zona Rural, em Jaru, cem quilos e quinhentos gramas de Substância Entorpecente.

Conforme consta no Boletim de Ocorrência Policial, após receber uma denúncia anônima, na segunda-feira, dizendo que uma aeronave havia dispensado dois volumes nas proximidades do kilometro 20 na Linha 608, Zona Rural de Jaru, uma equipe de policias foram ao local, porém não obtiveram êxito nas buscas. Na manhã de terça-feira (24), foi montada uma nova equipe de policiais, onde foi realizada uma varredura na área, sendo encontrados dois sacos contendo em seu interior substância entorpecente.

Os volumes contendo a substância entorpecente foram pesados em uma balança de um estabelecimento comercial do município de Jaru, sendo submetido a um exame pericial e, em seguida transportado, por medida de segurança, a um município, por enquanto não será divulgado.

Na pesagem, no local de destino, já com a utilização de uma balança de precisão, sendo pesada cada embalagem, num total de 87 pacotes, houve a diferença de 2kg (dois quilos).

A Polícia prosseguirá com as investigações para localizar os envolvidos.

Prefeitura de Alto Paraíso realiza oficina para planejamento estratégico da secretaria de Agricultura

O evento acontecerá nos dias 26 e 27 de Fevereiro na escola estadual Laurindo Rabelo e consiste em levantar todas as demandas das associações do município, tal como levantamento de produção e o que tem as roças comunitárias do município.

O Secretário Municipal de Agricultura, Indústria e Comércio Antônio Francisco, informou que será feito um levantamento das ações prioritárias que a secretaria trabalhará em 2009, ao todo as 18 associações do município participara do planejamento que contará com a presença do Prefeito Dr. Romeu Reolon (PMDB), do Vice Marcos Legui (PPS), do presidente da câmara de vereadores Edinaldo Cardoso (Caíco-DEM) produtores de associação.

O secretário informou ainda que esse planejamento está sendo feito em parceria com a EMATER com a presença do técnico Benedito Mendes e também com a presença de Tarcisio, diretor técnico de Agricultura, o planejamento contará também com a presença de técnicos do IDARON que farão um relato do trabalho feito no município.

Haverá palestra sobre “Microcrédito de formação de estoque pela agricultura familiar” e “programa de apoio da ação social”, as palestra serão ministradas por técnicos da EMATER.

Órgãos públicos, índios de várias etnias e ONGs elaboram projeto de lei para criar a carreira de professor indígena

Porto Velho (RO) - A criação da carreira pública de professor indígena para lecionar nas aldeias e a realização de um concurso público específico foram os resultados da reunião ocorrida na semana passada (quinta e sexta-feira) no Ministério Público Federal (MPF) em Rondônia. Durante os dois dias, professores e lideranças indígenas de várias etnias, Fundação Nacional do Índio (Funai), MPF, Ministério Público do Tribunal de Contas do Estado, secretarias de Educação Estadual (Seduc) e Municipal de Porto Velho (Semed), Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Conselho de Missão entre Índios (Comin) e Universidade Federal de Rondônia (Unir) discutiram e elaboraram uma minuta de um projeto de lei estadual para contemplar uma antiga reivindicação indígena – a estruturação da educação escolar indígena em Rondônia.

A proposta dos índios, dos órgãos públicos e ONGs é que seja criado o quadro de Magistério Público Indígena do Estado de Rondônia, com a carreira de professor indígena e a carreira de técnico administrativo educacional nível 1, com lotação na Secretaria da Educação do Estado de Rondônia. Entre as diferenças do Magistério Indígena está o ensino bilíngue (línguas portuguesa e indígena), além da transmissão dos costumes e da cultura indígena específica de cada comunidade.

Para a procuradora da República Lucyana Pepe, “o exercício do Magistério Público Indígena fundamenta-se nos direitos das comunidades indígenas à educação escolar com utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem, assim garantindo o ensino por meio de professores indígenas, preferencialmente da mesma etnia que os alunos”.

Pela proposta do projeto de lei, o professor indígena terá que ser aprovado em concurso público com provas de conteúdo específico; ter identidade étnica indígena expedida pela Funai ou RG civil em que conste a etnia indígena; ser portador de Carta de Apresentação da comunidade da qual faça parte, assinada por sua maioria; possuir curso de formação de professor indígena; conhecer a comunidade em que lecionará e terá que morar na aldeia para a qual foi aprovado.

Caso o projeto de lei seja aprovado, os salários dos professores indígenas passarão a ser iguais aos dos professores estaduais não-índios e eles terão as mesmas garantias que os outros. A situação atual deles é de salários inferiores, contratos em cargo comissionado, portanto, sem estabilidade e sem ascensão funcional. Pela proposta, eles também ficarão sujeitos a exoneração (demissão) caso a comunidade indígena perca a confiança em seus serviços, respeitando-se a defesa prévia do professor indígena e análise de uma comissão.

A minuta do projeto de lei também prevê uma fase de transição, em que o Estado de Rondônia fica autorizado a contratar professores indígenas por prazo determinado até que se realize o concurso público para todas as aldeias.

O professor indígena Josias Gavião, da etnia Gavião, disse que “pela primeira vez a educação escolar indígena está progredindo concretamente”. A pesquisadora da Unir, Josélia Neves, destacou o “esforço interinstitucional” e acrescentou que “o projeto de lei, se aprovado, será um avanço na educação indígena em Rondônia”. A representante do Conselho de Missão entre Índios (Comin), Jandira Keppi, afirmou que o projeto de lei é “um resultado prático para um antigo sonho dos índios”. Todos os participantes enfatizaram o apoio do Ministério Público Federal em Rondônia na defesa dos direitos dos indígenas.

A fase atual dos trabalhos é de ajustes na proposta para que, tão logo esteja pronto, os órgãos públicos façam a discussão final com o governador de Rondônia, a quem cabe a apresentação do projeto de lei.


Fonte: MPF/RO

CARTA ENVIADA AO BRADESCO QUE SERVE A TODOS OS BANQUEIROS DO BRASIL

Senhores Diretores do Bradesco, Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma pequena taxa mensal pela existência da padaria na esquina de sua rua. Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade. Pois ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço.. Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco. Financiei um carro. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobraria o preço de mercado pelo pãozinho. Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri. Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar. Não satisfeitos, para ter acesso ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'. Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'. - Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00. - Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'. - A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo. - Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'. - Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer. Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

Por favor, me esclareçam uma dúvida: eu comprei um financiamento ou vendi a alma? Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente amparado por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central. Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.. Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, vocês concordam o quanto são abusivas.!?!

Lurdes Kemper confiante na nova administração


ASCOM/CMC - A vereadora Lourdes Kemper do Prado (PMDB) em seu discurso na abertura dos trabalhos legislativos, realizado segunda-feira, 16, disse que está honrada por assumir pela terceira vez uma cadeira na Câmara Municipal de Cacoal, enumerando a ansiedade da população com coisas novas neste próximo pleito, ressaltando que sempre no inicio de mandato é complicado devido ao período chuvoso e pouco se pode fazer.

Para a vereadora quando muda uma administração sempre no inicio do mandato é assim, devido às cautelas tomadas por parte dos secretários, mas afirmou que acredita na boa vontade do Poder Executivo para resolver os problemas da cidade, citando os esforços e união dos diversos parceiros do prefeito para sanar resolver as coisas essências nesse primeiro momento.

A parlamentar enumerou que estará cumprindo com sua função que é fiscalizar, analisar e discutir todos os projetos para o bem dos munícipes cacoalense, destacando que Cacoal nesses 38 anos de existência vem crescendo cada vez mais devido à solidariedade, união e compreensão de todos seus moradores.

Lourdes comentou sobre suas indicações, pedindo construção de galerias para captação de águas pluviais nos Bairros Santo Antônio e Liberdade. Pediu também a construção de uma ponte interligando esses dois bairros, e finalizando falou da importância do dialogo entre o Poder Executivo e Legislativo, todos os poderes constituídos e de todos os segmentos organizados da sociedade para o bem do município.

 
Clarim da Amazônia