Papudiskina - 13 de maio de 2009

Calote dos precatórios - Está dando o que falar essa PEC que tem a finalidade de institucionalizar o calote público em relação aos precatórios. Se antes já era difícil o cidadão comum receber um crédito em nome de governos municipais, estaduais e federal, agora, com essa nova lei já aprovada no Senado e que vai à apreciação da Câmara, a situação ficará mais grave ainda. Pelo que entendi, na prática, antes a população tinha pelo menos o direito de recorrer à Justiça. Agora querem que nem mesmo a lei os obrigue a pagar o que devem. Querem definir um teto máximo de 2% da receita para pagamento dos precatórios e ainda garantir que o detentor de um crédito tenha de se submeter a um leilão reverso. Ou seja, aquele credor que estiver decidido a abrir mão de uma fatia maior de seus créditos é quem recebe primeiro. Quem bater o pé e querer receber o que é justo, vai ter de esperar anos e quiçá décadas para receber. Um título precatório já é uma dívida devidamente reconhecida pelo governo. Logo, essa modalidade de leilão visa, literalmente, definir quem está decidido a perder mais. Mesmo hoje, antes da aprovação dessa lei, tem gente que morreu, os créditos ficou para os filhos e, estes, pelo jeito, também não verão a cor do dinheiro. Talvez a dívida será paga algum dia para os netos ou bisnetos do credor originário. Diante dessa situação, eu fico pensando: será que isso é democracia? Os políticos costumam dizer que são representantes do povo, que são eleitos para nos representar e defender os nossos interesses, mas, sinceramente, o que vemos é que muitas vezes eles são eleitos para nos massacrar. Quem assiste a telenovela da Globo, Caminho das Índias, fica perplexo com a rigidez do sistema de castas existente ou que existiu no passado naquele país. Mas, na prática, a situação por aqui não é muito diferente. Continuamos a ter o Rei (personificado não no presidente da república, mas na junção dos três poderes), temos os nobres (os assessores de primeiro nível dos que estão no poder), os marajás (os servidores públicos do alto escalão que não necessitam sequer ir ao trabalho para fazer jus aos seus vencimentos) e finalmente os “bobos da corte”, que somos todos nós, os idiotas que votamos e não sabemos nos indignar suficientemente para exigir que a “realeza republicana” e seus nobres respeitem pelo menos os nossos direitos mais elementares.

Limites ao Legislativo - Os que nos governam querem que acreditemos que a república é um organograma de três poderes independentes, porém harmoniosos entre si, cujas leis que criam emanam do povo e para o povo. Não é verdade que são tão independentes assim, embora, na prática, quem realmente manda é o legislativo, que cria as leis que mais lhes interessa e as nossas constituições, todas elas, em pouco tempo acabam por se transformar em uma colcha de retalho. Temos, no papel, uma Constituição Democrática, Pluralista e Socialmente Justa. Mas, na prática, será que é assim? Por que estou filosofando sobre esse assunto? Para dizer que as gerações futuras vão ter de rever os conceitos concernentes à democracia, se mobilizar e exigir novas propostas de governança onde os poderes possam até continuar harmônicos, mas que tenhamos ferramentas para conter a volúpia de interesses pessoais dos membros do parlamento. Há um velho ditado que a raposa não deve cuidar de galinheiro. Por mais bem intencionada que seja essa raposa, por mais respeito que ela tenha a norma que lhe proíbe comer as galinhas que lhes foram confiadas, batendo a fome elas vão se esquecer de regras que lhes foram passadas e vão comer as pobres galinhas. Eu penso que na política temos muitas raposas bem intencionadas, mas que em algum momento irão sentir fome (não de justiça, mas de poder) e vão causar sérios estragos aos bens públicos cuja administração lhes foi confiada. Nessa nova proposta de governança social, mister se faz a definição de leis pétreas, que só possam ser mudadas se realmente o conjunto da sociedade reclamar por tais mudanças. Essas PECs são um ultraje à democracia. Se temos uma constituição cidadã e democrática o que precisamos é que suas cláusulas sejam regulamentadas. Mas em vez disso, nossos nobres deputados e senadores acham mais conveniente retalhar a carta magna, condicionando-a aos seus interesses e aos interesses de quem lhes dão sustentação para que se mantenham no poder (não são os eleitores que definem quem deve governar, mas sim a nobreza, aqueles que se servem do poder e financiam as suas campanhas, suas mentiras). Não podemos nos olvidar de que também em todos os cantos do Brasil temos políticos realmente decentes, bem intencionados, mas que são votos vencidos face a uma maioria que se mantém no poder a custa da ingenuidade do povo e de golpes como a retórica, a opressão, a desfaçatez....

Wilber, a quem você quer enganar, meu filho? - Recentemente estive em Porto Velho e juntamente com um grupo de jornalistas participei de uma roda de conversas com o deputado estadual Wilber Coimbra, do PSB, e ele, todo prosa, anunciou: “gente, pode anotar aí: eu não sou mais candidato a deputado estadual”. E, para não deixar dúvidas, arrematou: “quando digo isto, ninguém acredita, e acha que só estou fazendo média para me promover. Mas esses que duvidam do que estou falando, vão ter uma surpresa: eu vou cumprir o que digo”.
Agora, surpreendentemente, a imprensa recebe quase que diariamente notas e mais notas do deputado Wilber, sobre seus esforços para defender a classe trabalhadora e inclusive apostando até em questões controversas como a ilegalidade da cobrança de ponto extra para TV a cabo, Internet e TV via satélite. Não é errado o parlamentar trabalhar pelo bem da sociedade, mas para quem diz que não é candidato até que ele está atuante demais. É notório que ele está estruturando uma boa estratégia. Espalha pra todo mundo que não é candidato, realça a tese com todo vigor e empenho e depois, muito convenientemente, se apresenta com o argumento de que fez de tudo para não ser candidato, mas as circunstâncias o obrigam a continuar na vida pública.
Está bem deputado, a imprensa é mesmo testemunha de suas palavras lançadas ao vento, mas essa mesma imprensa, por mais perspicazes que sejam os nossos jornalistas, não conseguem enxergar o recôndito de sua alma, suas verdadeiras intenções, embora, de antemão, até consigamos vislumbrar o que realmente está por trás desses seus argumentos tão bem fundamentados! Você pode enganar muita gente, nobre deputado, mas eu arrisco um palpite: o senhor é candidato sim e seu projeto de perpetuação no poder está sendo minuciosamente elaborado! Se o povo vai lhe dar suporte ou não, aí é outra história!

Renúncia de mandato - A história do Wilber se assemelha muito com alguns políticos que dizem em alto e bom som que estão arrependidos de ter se aventurado a entrar na política e enfatizam sempre que estão pagando para continuar com seus mandatos. O interessante é que não notam a sua incoerência. Afinal de contas, seus suplentes estão loucos por assumir suas vagas, mas quem disse que eles querem abdicar do mandato? Se esquecem de que, com esses argumentos, só provam para a população a pessoa má, detestável e iníqua que são! (estou me referindo a esses e não a todos, naturalmente). Usam o povo para serem eleitos e depois simplesmente querem fazer o povo sentir-se culpado para empurrá-lo “ao sofrimento” que o cargo lhes impõe!
Não sei quem é mais cruel com o povo: o Wilber Coimbra, que quer que acreditemos que não será mais candidato em hipótese alguma, ou esses políticos inconseqüentes que querem que nos sintamos culpados por eles estarem hoje prisioneiros do mandato para os quais os elegemos! Eu sugiro aos eleitores que prestem bem atenção nesses políticos! Não sejamos sádicos e não nos alegremos com o sofrimento alheio. Basta os quatro anos. Não vamos mais empurra-los para a política. Em 2010, por favor, lembremos bem que eles “estão sofrendo barbaridade”. Não vamos elegê-los para que continuem a sofrer.

Expedição Fronteiras do Progresso partiu rumo ao Pacífico

A partir de ontem, terça-feira dia 12 de maio, eu, Marco Antonio, diretor de Comunicação Social do Governo do Estado, o repórter fotográfico Nilson Nascimento e o cinegrafista Gilberto Silva, além do motorista Lairton de Oliveira, estaremos contando diariamente o que de mais importante aconteceu na viagem que o governador Ivo Cassol lidera rumo ao Peru e Chile em busca de novos mercados para exportação de produtos rondonienses.

Esta iniciativa, que teve início em 2007, quando Cassol decidiu que poderíamos exportar nossos produtos através do Oceano Pacífico graças a construção da Rodovia Interoceânica, hoje torna-se realidade, e vai permitir que os produtos brasileiros, especialmente os produzidos em Rondônia, cheguem aos porto de Ilo e Matarani, no Peru (e de lá para a Ásia e Oriente Médio), além de facilitar o transporte até o Chile, que recentemente abriu as portas para a carne rondoniense, entrando pelo norte do país, em Arica.

Às 8:55 horas desta terça-feira (12) o governador Ivo Cassol e sua esposa Ivone Cassol, ao lado dos secretários Marco Antonio Petisco, do Desenvolvimento, e José Genaro, das Finanças, dirigentes de entidades empresariais e empresários de diversos ramos da economia rondoniense, iniciou a caminhada por terra rumo ao Oceano Pacífico. Um grande comboio formado por 26 camionetes, devidamente escoltados por batedores da Polícia Rodoviária Federal, deixou Porto Velho após Cassol passar o comando do estado (e o seu chapéu) ao vice-governador João Cahulla, numa rápida cerimônia em frente ao Palácio Presidente Vargas.

Buracos e balsa no meio do caminho

Desviando dos buracos da BR-364, e contando com apoio rádio dos que iam a frente, a primeira parada ocorreu às margens do rio Madeira onde foi inaugurada da nova balsa que faz a travessia no local. A comitiva foi recepcionada por uma grande queima de fogos, e coube à primeira-dama estourar a champanhe no casco da embarcação. Aqui fica um aviso aos motoristas: o trecho entre o trevo para Guajará-Mirim e a balsa está em péssimas condições, com muitos buracos e veículos ziguezagueando para driblá-los, muita vezes indo em direção ao que vem em sentido contrário.

Travessia concluída, hora de parar para o almoço na Fazenda Estrela do Norte, no distrito de Extrema, onde a comitiva foi recepcionada pelo proprietário, Ilário Cavali, num delicioso almoço.

Viaturas abastecidas, pé na estrada. Por volta das 16:00 horas chegamos em Rio Branco, a bela capital acreana. Mas pouco antes de chegarmos Cassol perguntou se era possível reunir a imprensa num posto de combustível onde as viaturas da Polícia Rodoviária teriam que abastecer e a comitiva obrigatoriamente pararia alguns minutos.

Saímos em disparada devidamente autorizados a ultrapassar a todos do comboio para avisar o Decom em Porto Velho, que ficaria encarregado de convocar a imprensa acreana para comparecer ao local da “coletiva” dentro de meia-hora. A sorte estava do nosso lado, um posto do Idaron em Nova Califórnia nos cedeu o telefone, e enquanto passávamos as instruções ao Decom a caravana passava por nós rumo a Rio Branco. Nova disparada e chegamos ao posto 10 minutos antes da comitiva, mas ninguém da imprensa local apareceu, e nem mesmo a segurança do Governo do Acre, que também fora avisada da nossa chegada ali.

Mas foi só por alguns instantes. Bastou a comitiva estacionar que toda a imprensa acreana e os seguranças do Governo do Acre chegaram, e o que seria um simples bate papo com os repórteres acabou durando meia-hora, com o governador, secretários e empresários explicando o motivo da viagem.

Pé na estrada rumo a Epitaciolândia, próxima à divisa com o Peru, onde faríamos o pernoite. E foi lá que a tristeza se abateu sobre a comitiva: ao chegarmos ao hotel recebemos a notícia que um lamentável acidente por volta das 17:30 horas ceifou a vida do inspetor da Polícia Rodoviária Federal Itamir Marques Ferreira, de 45 anos, que pilotava uma das motos da escolta da caravana.

Nenhum de nós percebeu o acidente, pois o inspetor Itamir, um dos mais experientes do grupo, ex-chefe do Núcleo de Operações Especiais – N.O.E., ia a frente do comboio cerca de mil metros para abrir caminho nos cruzamentos e sinalizar os veículos que vinham em sentido contrário. Havia chovido e a pista estava escorregadia, e em Epitaciolândia, 120 quilômetros depois, soubemos que sua moto deslizou numa poça d’água fazendo com que o policial saísse da pista e se chocasse com um tronco de árvore no meio do mato, às margens da rodovia, numa propriedade chamada “Porta do Céu”, no município de Senador Guiomar, a cerca de 40 quilômetros de Rio Branco.

O governador lamentou profundamente o acidente, alguns policiais rodoviários choravam pela perda do amigo, companheiro de 13 anos de corporação e tido como um dos mais brincalhões do grupo que não estava mais entre nós. Fizemos uma oração e pedimos bênçãos a sua família pela triste e antecipada perda, e Cassol determinou que todos os meios disponíveis do Governo do Estado fossem colocados à disposição para transladar o corpo até Porto Velho para o velório e sepultamento, além de enviar votos de pesar à família.

Lamentavelmente perdemos um companheiro em nosso primeiro dia de viagem, e estaremos vigilantes e atentos para que nenhum outro incidente venha nos trazer tristeza nesta longa caminhada que está apenas começando.

Àqueles que ficaram em Rondônia à espera do retorno de seus familiares tranqüilizamos a todos: andamos sempre em segurança, dentro da velocidade permitida e em grupo, viaturas policiais nos escoltam o tempo todo, e o que aconteceu foi uma fatalidade lamentável.

hoje, quarta-feira (13), levantaremos às 5:30 e às 7:00 horas estaremos na estrada rumo à fronteira do Peru, onde deveremos ingressar por volta das 9:00 horas da manhã. O próximo boletim será enviado da base dos Andes, onde pernoitaremos para mais uma etapa. Até lá.

Assembléia vai recorrer a Roma para garantir retorno de padre Marcelo Vai ser apresentado na próxima semana na Assembléia Legislativa de Rondônia,

Vai ser apresentado na próxima semana na Assembléia Legislativa de Rondônia, requerimento de autoria do deputado Neri Firigolo (PT), a ser encaminhado ao superior da Congregação dos Salesianos em Roma, reivindicando o retorno do padre Marcelo Bertolusso, que até recentemente dirigiu o Centro Salesiano do Menor em Porto Velho.
A proposta de retorno do padre Marcelo recebeu de imediato o apoio formal de vários parlamentares, que destacaram não só a ação missionária, mas o trabalho social, educacional e profissional do sacerdote ao longo de vários anos.
O deputado Neri Firigolo disse acreditar que o padre Marcelo tenha sido vítima de uma grande armação diante da relevância dos seus serviços prestados por tantos anos. Destacou ainda, que o sacerdote é muito querido e respeitado, tendo por ocasião de sua destituição do cargo de diretor, os alunos e membros da comunidade feito um ato de protesto.
De acordo com o deputado Neri Firigolo, o padre Marcelo é importantíssimo apoiado da política de segurança pública, diante do inquestionável trabalho social, missionário e educativo que desenvolveu junto a milhares de jovens, retirando de situação de risco e das drogas, e trazendo estas pessoas para o convívio familiar e social.

Hospital São Daniel Comboni completa um ano de inaugurado

Em 29 de abril de 2008 o site do deputado Neri Firigolo (PT) anunciava a inauguração do Hospital São Daniel Comboni. Hoje, mais de um ano depois, o citado hospital continua enfrentando problemas e não funciona por falta de recursos materiais e humanos. Mas o sonho continua de pé e o então padre Franco, hoje prefeito, luta com muito empenho para que o seu projeto seja finalmente concretizado. Nesta segunda-feira, por exemplo, a Câmara Municipal levou a debate o tema da saúde pública em Cacoal e a importância de termos não só o São Daniel Comboni, como também o Hospital Regional de Cacoal.

Mas nem tudo é flores nessa caminhada e os críticos estão sempre à espreita para demonstrar sua falta de fé nesse empreendimento e reclamam que aquela inauguração na verdade teve motivação política já que até hoje a população ainda não pôde contar com os benefícios tão alardeados em pleno ano de campanha eleitoral.

A grande verdade é que o anúncio de que, com o apoio direto da população e de organizações internacionais, o padre conseguiria construir um Hospital gerou uma disputa por parte dos que há anos haviam fracassado ao anunciar a Construção do Hospital Regional. O chamado "Elefante Branco" já havia se transformado em um capítulo negro da política republicana, um desperdício enorme de recursos públicos. Já o anúncio da concretização do São Daniel Comboni motivou o surgimento de uma operação para ressuscitir a "obra morta" do HRC.

A esperança é que, dessa disputa, de cunho político em ambos os casos, possa resultar, ao final, na conclusão de dois hospitais para Cacoal. Claro que o custo será enorme. Mas esse é, infelizmente, o jeito brasileiro de resolver os seus problemas. Uma coisa é certa: milhões de reais já foram desperdiçados, principalmente no Hospital Regional, e agora nos vemos diante de um dilema: "valeria a pena abandonar uma dessas duas obras e mover todos os esforços para a conclusão de apenas uma dessas obras e transformá-la a outra em ruína histórica ou seria melhor torcermos para que desse embate político ganhássemos, de uma só vez, dois grandes hospitais com abrangência regional"?

Veja, na íntegra, matéria publicada em http://www.nerifirigolo.com/noticias.asp?cd=24
Um grande sonho – uma grande obra - enfim, um conjunto hospitalar à disposição do povo que, certamente irá de encontro à grande parte de suas necessidades”, foi assim que o deputado Neri Firigolo (PT) – fez menção ao receber o convite de inauguração da grande obra – já concluída - do Hospital São Daniel Comboni – na cidade de Cacoal.
O convite é da Associação Assistencial à Saúde “São Daniel Comboni” – formulando convite ao deputado Neri Firigolo. Uma obra que o parlamentar petista em nenhum momento deixou de hipotecar total solidariedade - durante o período de construção – onde durante à todos os obstáculos foram superados e sempre tiveram a ajuda irrestrita do parlamentar.

Ao falar à imprensa da capital – nesta terça-feira – Neri Firigolo não escondeu sua emoção e satisfação, de ter participado de um feito – da forma que foi inserido no início desta reportagem..

O hospital vai oferecer à população de Cacoal e adjacências: Pronto Atendimento, Laboratório, Pavilhão do Centro de Oncologia e da Igreja do hospital São Daniel Comboni.

A cerimônia de inauguração dar-se-à no próximo dia 11 de maio do corrente ano, A obra fica localizada no bairro “Jardim Eldorado”, no município de Cacoal – contando com a seguinte programação: 9 horas: Acolhida – seguido da Santa Missa de Ação de Graça e a cerimônia de Inauguração oficial.

Ao sintetizar o grande feito do responsável da construção do hospital – Padre Franco – Neri Firigolo associou-se ao pensamento dos dois personagens – onde em algum momento proferiram: “As obras de Deus nascem e crescem aos pés da cruz . . .. mas, não é fácil amar e carregar a cruz”.

MPT abre inscrições para seleção de estagiário de Direito

O Ministério Público do Trabalho (MPT), através da Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) da 14ª Região, em Rondônia, abre inscrições para o processo de seleção de estudantes dos Cursos de Direito, visando a preencher quatro vagas para estágio acadêmico remunerado na sede da Procuradoria (PRT 14), em Porto Velho. As inscrições são gratuitas e começam no dia 14 de maio (quinta-feira) e serão encerradas no dia 28 de maio 2009.

O Edital (n.01, de 11 de maio de 2009) já se encontra disponibilizado na página da Procuradoria na Internet, podendo ser acessado no endereço: www.prt14.mpt.gov.br. No site, os interessados também encontram o formulário de inscrição a ser preenchido e entregue na sede da PRT.

A remuneração (bolsa) mensal paga ao estagiário é no valor de R$ 700,00, mais auxílio-transporte. As provas, eliminatórias e classificatórias, vão ser realizadas dia sete de junho de 2009, com a divulgação do resultado final no dia 23. O concurso também seleciona estudantes de Direito para compor o cadastro reserva.

Os candidatos portadores de deficiência (necessidades especiais/NE) concorrem em igualdade de condições com os demais inscritos, sendo a estes reservado 10% das vagas oferecidas. Caso não obtenha classificação superior, o candidato portador de NE ocupará a quarta vaga aberta na seleção e no cadastro reserva, a 10ª colocação.

Podem se inscrever para participar do concurso os estudantes do curso de Direito das Instituições conveniadas (Unir, Faro, São Lucas, Uniron e Ulbra) que se encontram cursando ou matriculados a partir do 5° período, inclusive. Os interessados devem preencher formulário, disponível no site www. prt14.mpt.gov.br, da Procuradoria Regional do Trabalho da 14ª Região, no período de 14 maio até as 18 horas do dia 28 de maio 2009.

De acordo com o edital, o candidato confirmará sua inscrição mediante a apresentação do formulário de inscrição preenchido e do comprovante de matrícula na sede da PRT 14, situada na Avenida Guanabara, 3480, Conjunto Santo Antônio, Bairro São João Bosco (ao lado da Escola Major Guapindaia). A confirmação deve ocorrer até 18 horas do dia 29 de maio de 2009.

 
Clarim da Amazônia