Investimentos nas modalidades olímpicas nas escolas públicas

A escolha do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos de 2016 foi classificada pelo deputado estadual Neri Firigolo (PT) como uma grande conquista para o país, e uma oportunidade espetacular para o desenvolvimento da prática esportiva. Neste sentido, o parlamentar defende que a Secretaria Estadual de educação – Seduc, desenvolva um projeto específico voltado a incentivar todas as modalidades olímpicas junto aos alunos da rede pública estadual de ensino.

Segundo o deputado, trata-se de uma chance de ouro, investir já a partir de 2010 junto aos alunos das escolas públicas, para nos próximos anos, ir se constatando a descoberta de talentos olímpicos, que podem representar o Estado e até mesmo o país, nas olimpíadas de 2016.

No entendimento do deputado, para a elaboração e execução deste projeto talento olímpico, a Seduc deve buscar parcerias com as faculdades de educação física, academias, clubes, e a imprescindível colaboração técnica da coordenação estadual do Conselho Regional de Educação Física. Destacou ele, que para esta proposta ser colocada em prática, depende apenas de vontade política, investimento nos profissionais de educação física, e mais apoio para o desporto escolar.

Observou o deputado Neri Firigolo que na impossibilidade de investimento no conjunto das modalidades olímpicas, pelo menos se desenvolva as seguintes modalidades: atletismo, basquete, beisebol, boxe, canoagem, ciclismo, futebol, futebol de salão, basquete, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, hipismo, judô, levantamento de peso, natação, pólo aquático, remo, saltos ornamentais, taekwondo, tênis, tênis de mesa, tiro, tiro com arco, trampolim acrobático, triatlo, vôlei, e vôlei de praia.

Ao concluir ele defendeu mais patrocínio para o futebol feminino, que no seu entendimento é a grande força esportiva da atualidade, já com vários clubes em ação, mas no entanto, ainda carente de apoio, inclusive governamental. Como país anfitrião, o Brasil disputará todas as modalidades esportivas do Programa Rio 2016.

60 trabalhadores da Camargo Corrêa são demitidos sem justa causa, hostilizados e coagidos por PMs armados a serviço da empresa.

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Na tarde desta quinta-feira (01/10), um grupo de 60 trabalhadores das mais variadas funções, da empreiteira Camargo Corrêa, que está responsável pela construção da usina de Jirau em Rondônia, foram sumariamente demitidos um dia após a assinatura do dissídio coletivo estabelecido entre o STICCERO – Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Construção Civil de Rondônia, onde ficou determinado que qualquer trabalhador que houvesse participado das paralisações não sofreriam retaliações.

Revoltados, um grupo se aglomerou nos portões do escritório da empresa para protestar quanto à forma abusiva e injusta como a empresa trata os funcionários e de como estava sendo conduzida a rescisão, pois os mesmos foram arrancados do alojamento a força e nem tiveram tempo de apanhar suas ferramentas e documentos pessoais.

Segundo os trabalhadores, a empresa se utiliza de um grupo de policiais militares armados (COE), que fazem bicos na empresa e intimidam os funcionários com ameaças veladas e escoltas até o escritório onde são obrigados a assinarem os documentos que a empresa apresenta sem qualquer explicação quanto à natureza do desligamento.

Além disto, os representantes do sindicato constataram outra irregularidade absurda nas rescisões dos trabalhadores que estava datada com a data do dia seguinte, provavelmente para justificar a maneira truculenta que como os funcionários foram arrancados dos canteiros de obras e promover um tempo hábil para que os mesmos fossem retirar seus pertences.

Outra irregularidade criminosa que foi denunciada pelos trabalhadores foi o fato de estarem sendo naquele momento demitidos sem realizar o exame demissional, o que é obrigatório por lei, ou seja, estavam sendo desovados no meio da rua, alguns com queixas de mal estar, sem que tivessem direito se quer a um parecer médico.

A equipe de comunicação do Sindicato ao chegar à Camargo Corrêa também foi hostilizada por um desses policiais que mantinha uma pistola na cintura e veio tirar satisfações quanto a natureza da matéria que estava sendo produzida, enquanto os demais permaneciam dentro do pátio da empresa e mantinham os trabalhadores sob a coação de suas armas.

Esse mesmo policial confessou que estava a prestar seus serviços à empresa e que também serve de segurança para o presidente da Força Sindical, Antônio Acácio do Amaral, sem saber que estava sendo gravado e que já estava sendo investigados e fotografados pela equipe de jornalismo do Sindicato dos Trabalhadores.

Tais servidores que deveriam estar nas ruas a proteger os cidadãos atrás de marginais, são sempre os mesmos vistos em todas as atuações do sindicato a serviço das empresas dos consórcios das usinas, e tiveram uma atuação marcante durante as paralisações, segundo nossas fontes oficiais, eles fazem parte do serviço de “inteligência” da segurança das empresas, onde cada trabalhador é monitorado e marginalizado como se fossem delinqüentes.

O sindicato pretende apresentar formalmente uma representação criminal, nos órgãos competentes, contra estes bandidos armados travestidos de policiais pelo Estado de Rondônia, que se prestam a este tipo de papel contra a população trabalhadora que apenas luta pelos seus direitos, que são os verdadeiros responsáveis pelos salários desses funcionários públicos que deveriam ser os primeiros a cumprir o dever de defender o cidadão rondoniense.


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Site Argentino, Clarin, destaca editorial em que afirma ser o Brasil o país do momento

De acordo com o Diário El Clarin, da Argentina, o Brasil é hoje o país do momento, o que mais cresce e mais encanta o mundo em todos os níveis. Diz que enquanto Estados Unidos, Europa e Argentina estão enfrentando sérios problemas econômicos e retração no mercado, o Brasil vê suas vendas aumentarem 5% no ramo de automobilismo e também cita que o país é o líder na exportação de aviões, soja, carne, aço e produtos industrializados. Também cita as jazidas de petróleo descobertas no fundo do mar. Em síntese, para EL CLARIN, o Brasil é uma locomotora que impulsiona o mundo e ajuda a América Latina em seu árduo processo de recuperação.
O texto foi produzido para enfatizar que tal fascínio pelo Brasil pode ter sido um dos motivos que levaram os dirigentes do COI a optarem pelo Rio de Janeiro como a sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Leia o texto, na íntegra, em Espanhol
Los cariocas suelen decir que "Dios es brasileño". Aunque la ciudad tiene sus polémicas favelas y tasas de homicidio que superan a las de otras grandes ciudades, el imán del nombre Brasil a nivel internacional está alcanzando niveles inusitados. Ni siquiera la próxima contienda presidencial, en la que puede ganar la oposición a Lula, enturbia la mirada del mundo sobre la pujanza brasileña.

El real, la moneda brasileña, es la que más se recuperó este año frente al dólar estadounidense. Su valor creció un 32% en 2009, dejando al dólar australiano en el segundo lugar. La novena economía del planeta ya dejó atrás la recesión. Sus compañías (alimenticias y otras) se están fusionando para ser más competitivas a nivel global. El consumo interno está por las nubes y las exportaciones también. Está entre los fabricantes líderes de productos tan distintos como aviones, café, soja, hierro, acero, textiles y equipamiento eléctrico.

En los últimos 15 años, la pobreza bajó del 36% al 18%. Aunque todavía quedan 35 millones de personas con serias necesidades, las proyecciones de los economistas es que bajará a 8% en los próximos 5 años. Los recientes descubrimientos de petróleo en yacimientos de alta mar ratifican esas estimaciones. "Hay que calcular 80 millones de personas (sobre un total de 190 millones) que se están incorporando a la clase media. Tenemos que producir alimentos para ellos", piensan los industriales argentinos.

Las ventas de autos caen en Estados Unidos, Europa y, por supuesto, la Argentina. En Brasil, suben el 5%. Prácticamente no hay indicadores negativos.

La organización de los Juegos Olímpicos le demandó a Beijing (China) cerca de US$ 3.200 millones. Los orientales recuperaron la inversión y ganaron US$ 200 millones más. Pero el caso brasileño es distinto. Como el país será la sede del campeonato mundial de fútbol en 2014, buena parte de la inversión en estadios e instalaciones necesarios para los Juegos ya estará recuperada para 2016. Eso significa que Brasil tendrá que afrontar menores niveles de gasto y, se supone, los mismos ingresos que tuvo China o más.

De todas formas, los diarios brasileños hablan de una inversión de US$ 11.000 millones para 2016. Ese dinero no irá sólo a las instalaciones olímpicas, sino también a mejorar otros aspectos de la ciudad.

Fonte: www.clarin.com (na íntegra)

Senadora mobilizada pela votação da PEC em 2º turno

Autora da PEC da Transposição (nº 483), a senadora Fátima Cleide (PT-RO) disse hoje (30) na reunião convocada pelo coordenador da bancada de Rondônia no Congresso Nacional, deputado Eduardo Valverde, que está "mobilizada para a tarefa política" de articular a votação da matéria em segundo turno. A PEC foi aprovada em primeiro turno no dia 16 de setembro, com 379 votos favoráveis.

Os deputados federais do Estado e sindicalistas presentes no plenário 12 da Câmara, onde ocorreu a reunião, decidiram trabalhar pela votação da matéria na terça-feira (6), após examinarem a possibilidade de ser votada com sucesso no dia de hoje.

Eles decidiram não insistir na votação devido à decisão do colégio de líderes, em acordo com a Mesa Diretora, de colocar em votação somente a PEC que desvincula os recursos da educação da DRU. Eles explicaram aos sindicalistas que regimentalmente não haveria como reverter a pauta e colocar a transposição antes dessa matéria.

O deputado Moreira Mendes (PPS) disse que, em razão disso, não conviria arriscar a votação, e por falta de quórum ela ser arquivada. "Essa matéria é tranqüila, não há resistência de nenhum partido. Vamos votar na semana que vem", afirmou.

A senadora Fátima Cleide reiterou que o compromisso do PT é com a votação da matéria. Ela disse ter conversado pela manhã com o líder Henrique Fontana, e mais uma vez ele garantiu apoio para inclusão na pauta.

Presidente da Comissão Especial que analisou a matéria, o deputado Mauro Nazif conduziu a reunião. Ele e a deputada Marinha Raupp reiteraram o compromisso de toda a bancada com a PEC da Transposição, e vários sindicalistas usaram a palavra para elogiar a bancada federal do Estado.

A deputada Marinha Raupp disse que, em conversa com o líder do PMDB, deputado Henrique Alves, ele garantiu "estar pronto para fazer o trabalho" de votação na semana que vem.

O senador Valdir Raupp se comprometeu em conversar com o presidente da Câmara, Michel Temer, na terça-feira pela manhã para garantir a votação da PEC. Temer viaja em missão à Dinamarca, e estará em Brasília na segunda-feira à noite.

Profissionais de educação em saúde da Funasa discutem eixos de atuação

Educadores de 26 coordenações regionais da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) participam, desde a última segunda-feira (28), em Brasília, da ‘Oficina de Trabalho em Educação e Saúde’. O evento, que prossegue até amanhã (02.10), tem como objetivo formular propostas de atuação das equipes, voltadas para o saneamento ambiental e a saúde indígena, para o triênio 2009/2011.

Os cinco eixos principais que sendo discutidos durante a oficina são os seguintes: Política Nacional de Saneamento Rural; Cooperação Técnica nos Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) e atuação junto aos consórcios públicos de saneamento; acompanhamento, parecer técnico e prestação de contas das ações do programa de educação em saúde e mobilização social nos convênios celebrados até 2005 e demais projetos de saneamento ambiental; ações de educação em saúde na área indígena; práticas educativas e o fortalecimento dos núcleos de educação em saúde no SUS.

Segundo o coordenador de Educação em Saúde da presidência da Funasa, Onivaldo Coutinho, os participantes estão debatendo definindo as diretrizes e estratégias que servirão de base para as ações de mobilização social e educação em saúde. “É claro que as regiões deverão adaptar suas especificidades, mas sempre guiados pelas diretrizes que estão sendo formuladas nessa oficina”, ressaltou Onivaldo.

No eixo de saneamento rural, os profissionais de educação em saúde expuseram suas dificuldades e apresentaram sugestões para um documento que está sendo elaborado durante o evento, no conterá as estratégias e instrumentos de planejamento.

Durante a abertura da oficina o diretor do Departamento de Saúde Indígena (Desai) da Funasa, Wanderley Guenka, apresentou as adversidades enfrentadas pelo Desai, como o difícil acesso às aldeias, as barreiras linguísticas e as peculiaridades culturais dos indígenas brasileiros. Somente em 2008, a Funasa investiu mais de R$ 27 milhões em logística e infraestrutura para atender melhor a população indígena, lembrou o diretor.

De acordo com o técnico do Departamento de Engenharia de Saúde Pública (Densp), Everaldo Resende a Funasa está estudando a proposta da elaboração de um Programa de Saneamento Rural para discutir o saneamento de forma segmentada e respeitando as diferenças regionais. “A meta é estimular a participação das comunidades rurais nas decisões necessárias, criando condições para a inclusão social e promover impactos sobre a saúde”, acrescentou Everaldo.

O consultor do Projeto Vigisus II (acordo de empréstimo celebrado entre o Banco Mundial e o Governo Brasileiro) Walmir de Moraes, chamou a atenção para a necessidade de sustentabilidade dos sistemas que serão implementados pela Funasa. “A comunidade deve ter autonomia, e nós educadores temos que dar suporte para isso”.

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Assessoria de Comunicação da Funasa de Rondônia
Contatos: Júlio Aires - 69-3126-6127 / 3216-6143 - julioascomfns@gmail.com

 
Clarim da Amazônia