YouTube amplia uploads para vídeos de 15 minutos

O YouTube deu aos seus usuários mais cinco minutos nesta quinta-feira (28), aumentando o limite de upload de vídeos para o site para 15 minutos.

Joshua Siegel, gerente de produto do YouTube, disse em um post do blog que o aumento do tempo limite foi a "característica número um requisitada" por colaboradores do popular site de compartilhamento de vídeos.

"Nós ouvimos vocês, e hoje agradamos em anunciar que aumentamos o tempo de upload para 15 minutos", disse ele.

Parceiros oficiais do portal de vídeos terão opção de postar vídeos maiores, segundo informou a companhia.

Não tuite isso, por favor

A frase acima tem sido ouvida em Manhattan cada vez com mais frequência, relata o "New York Times" na reportagem "O fim do esquecimento", na capa de sua excelente revista dominical.

A tese é que a internet é um fundo infinito que guarda tudo para sempre, incapaz de defender reputações e com mecanismos de busca cada vez mais precisos para localizar qualquer desvio de conduta uma vez registrado.

A web tornou-se, entre muitas outras coisas, plataforma global para o exibicionismo 3.0. Há um revelador e crescente apetite para exibir amigos, gostos, fotos, músicas, seguidores, localização, programas, enfim, a vida. E um eterno apetite por notícias ruins. "Bad news, good news" sempre foi a lógica do noticiário replicada (e acentuada) na internet.

Por isso é preciso tomar cuidado com o que você faz quando mergulha nesta tela aqui. Atrás dela estão bilhões de olhos, ouvidos, bocas e dedos digitadores.

Relata o artigo do "Times":

1) O Facebook já tem 500 milhões de membros, ou um em cada cinco internautas. Todo mês eles gastam mais de 500 bilhões de minutos no Face e compartilham 25 bilhões de conteúdos.

2) O Twitter tem mais de 100 milhões de usuários, e a Livraria do Congresso americano anunciou que armazenará permanentemente todos os posts públicos do Twitter desde 2006.

3) Técnicas de reconhecimento facial já permitem que se vasculhe a web em busca da foto de uma pessoa mesmo que o nome dela não esteja associado à imagem.

Estamos registrando tudo na web, uma exposição tão genuína quanto voluntária. Queremos nos relacionar, e se relacionar é se exibir.

Se antes era possível exibir, relacionar e depois esquecer, hoje há uma chance enorme, tanto maior quanto mais digitalizada a pessoa, de você mesmo registrar para a prosperidade o que você um dia vai querer muito esquecer.

Uma canadense de 66 anos, relata o "Times", perdeu o direito de entrar nos EUA depois que o funcionário da imigração achou na internet texto seu elogiando o LSD. Já uma professora americana perdeu o emprego por ter postado uma foto sua numa festa exaltando bebidas.

Já há um aplicativo para o iPhone chamado Date Check, que oferece perfil sobre a pessoa com quem você quer sair vasculhando fichas criminais, histórico de endereços e informações obtidas nas redes sociais.

A enorme maioria das empresas dos EUA já usa redes sociais para checar candidatos a empregos. As brasileiras fazem ou logo farão o mesmo. Aquela sua foto bêbado com cigarro na boca que você ou um amigo seu postou um dia desavisado pode aparecer no meio da sua entrevista.

Os americanos, que inventaram tudo isso, já estão dando o próximo passo.

Nasce a indústria da reputação digital: o que já é feito para empresas, entes públicos por natureza, chegou à pessoa física, cada vez mais pública.

Um professor de cyber legislação de Harvard já defende a "falência de reputação", que poderia ser decretada pela pessoa que se sente incapaz de defender sua imagem na internet. Decretada a falência, arquivos difamatórios poderiam ser eliminados.

O Google já tem um serviço que tenta combater postagem sob influência do álcool, que pode causar quase tanto estrago quanto dirigir bêbado. Acionado o mecanismo, o usuário terá de resolver um simples teste de matemática para confirmar o envio do post/mensagem.

A internet é a mudança mais transformadora da história recente. Ela conecta todas as pessoas o tempo todo. E isso é um avanço fundamental, seminal, que está apenas começando a se realizar.

Acho que foi o filósofo Woody Allen que disse que se um extraterrestre analisasse a Terra, o sofrimento que os homens causam a outros homens chamaria mais a atenção do alienígena do que nossos grandes feitos na engenharia, nas artes, na economia.

Dada essa tendência, e a permanência da internet, talvez seja melhor mesmo você não tuitar o que está pensando.

Acumulada, mega- sena pode pagar R$ 22 milhões na quarta

Nenhuma aposta acertou os números do concurso 1.199 da Mega-Sena, sorteados na noite de sábado (24), e o prêmio acumulou. O próximo sorteio, na quarta-feira (28), deve pagar R$ 22 milhões para a aposta que acertar as seis dezenas, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal.

Os números sorteados na noite de sábado em Ipameri (GO) foram: 16 - 19 - 23 - 28 - 39 - 58.

Ao todo, 71 bilhetes acertaram a quina e levaram R$ 22.554,66 cada um. Outras 5.692 apostas acertaram a quadra e ganharão R$ 401,91 cada uma.

Sinjur defende jornada de seis horas ininterruptas no Judiciário

Nesta segunda-feira(26), o Pleno do Tribunal de Justiça deve apreciar a minuta de regulamentação que trata do jornada de trabalho dos servidores do Judiciário rondoniense. A direção do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário(Sinjur) continua defendendo a manutenção da carga horária de seis horas ininterruptas a partir de agosto, quando entra em vigor o Plano de Cargos, Carreiras e Salários da categoria. Para tanto, apresentou estudo, através do Ofício nº 072/2010, à administração do TJ para subsidiar as discussões sobre essa questão.

O presidente do Sinjur,Israel Borges, afirmou que o estudo foi elaborado com base nas discussões realizadas durante o II Coletivo Jurídico da Federação Nacional dos Servidores Públicos (Fenajud), de 16 a 17 deste, em Salvador-BA, com a participação de entidades do Judiciário de todo o País. Rondônia foi representado pelo presidente do Sinjur e pela diretora de Assistência Jurídica da entidade sindical, Gislaine Caldeira.

Fundamentado em quatro capítulos, o estudo enfatiza no primeiro a defesa do autogoverno e autonomia administrativa do Poder Judiciário de Rondônia e sua desobrigação em cumprir a Resolução 88 do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) , tendo em vista que a carga horária é matéria de regime jurídico único.

No segundo, a direção do Sinjur destaca a diferenciação entre expediente e carga horária, um vez que a última só pode ser definida por Regime Jurídico Único e no caso de Rondônia a Lei Complementar nº 068/92 em seu artigo 55, § 1º, atribuiu este poder ao Judiciário para estabelecer a carga horária dos seus servidores e nunca ao Conselho Nacional de Justiça ( CNJ).

No terceiro capítulo abordou-se sobre a saúde e qualidade de vida do trabalhador, relatando atitudes equivocadas como a do TRT da 4ª Região que majorou a carga horária dos servidores de 6 para 8 horas na busca pela eficiência e aumento da produtividade, conseguindo tão somente a queda da produtividade, aumento das doenças do trabalho e da duração das licenças médicas, frustração e desmotivação dos servidores.

Argumentou-se ainda no estudo que o próprio Tribunal Superior do Trabalho (TST), através da Orientação Jurisprudencial nº 380, de abril deste ano, estabeleceu proteção ao trabalhador, do qual o servidor público é espécie, para que o serventuário que trabalha 6 horas ininterruptas tenha direito a 1 hora para refeição e repouso.

Por fim, concluiu-se no estudo que ao manter a carga horária de 6 horas ininterruptas, a administração do TJ proporcionará uma melhor qualidade de vida aos servidores do Judiciário, com estes desempenhando com satisfação suas atividades, além de manter a eficiência do serviço que tornou o Judiciário de Rondônia como a melhor Justiça do País. “Com isso, ganhará não somente o servidor, mas a administração e, sobretudo, a sociedade que vem ao Judiciário buscar solução para suas demandas”, concluiu Israel Borges.
VISITA
Na semana passada, Israel Borges, junto com os diretores Marilete Nascimento(Comunicação), Sônia Oliveira(Financeiro) e Jussara Dias(Administração) visitaram os desembargadores para apresentar a proposta defendida pela entidade sindical e mostrar as vantagens em sua implantação.

Situação de Fátima Cleide regularizada no TRE

A situação da senadora Fátima Cleide está regularizada no Tribunal Regional Eleitoral, TRE. Sua candidatura à reeleição ao Senado está autorizada. De acordo com os assessores da senadora, todos os documentos foram entregues à Justiça Eleitoral, e faltavam apenas a digitalização de documentos. Não há nenhuma pendência em relação à candidatura da senadora.

Mara Paraguassu

 
Clarim da Amazônia